Você já apagou algo seu achando que não prestava — e depois se arrependeu?
Hoje eu não quero falar sobre mim.
Quero falar sobre você.
Sobre aquele dia em que você olhou para o que tinha criado, sentiu que não estava bom o suficiente — e apagou tudo. Sem salvar. Sem guardar. Sem dar uma segunda chance ao que tinha nascido das suas mãos.
Sobre as vezes que você abriu o perfil de outro artista, ficou olhando para o trabalho dele e saiu de lá com menos vontade de fazer o seu.
Você não está sozinho nisso. Mas precisa entender o que está em jogo quando isso acontece.
O que se perde quando você não confia na própria visão
Existe um caminho muito silencioso para o qual ninguém te avisa quando você começa a criar.
Quando um artista deixa de confiar na própria visão, ele não para de criar — ele começa a reproduzir o olhar dos outros. Inconscientemente. Referência por referência, escolha por escolha, até que o trabalho que sai está tecnicamente correto, bem executado, apresentável.
Mas vazio por dentro.
É um vazio que o público sente antes de conseguir nomear. E que você sente antes de qualquer um.
Autenticidade não é um estilo
Essa é a parte que mais importa — e que quase ninguém fala com clareza:
Autenticidade não é uma estética. Não é uma paleta de cores, um tipo de traço, uma forma de editar.
É uma decisão. Uma decisão que você toma antes de abrir qualquer aplicativo, antes de escolher qualquer filtro, antes de pegar qualquer ferramenta.
É a escolha de partir do que você enxerga — e não do que você acha que os outros querem ver.
Parece simples. É uma das coisas mais difíceis de praticar de forma consistente.
Guarda isso para quando vier a trava
Porque ela vai vir. A trava criativa não é sinal de que você não tem talento. É sinal de que você está no lugar onde o trabalho real acontece — na fronteira entre o que você sabe fazer e o que ainda não sabe que consegue.
É exatamente ali que o trabalho mais honesto nasce.
Salva esse post para reler nesse momento. 👇
Agora me conta.
Você já apagou algo seu achando que não prestava — e depois se arrependeu?
O que foi? O que te fez apagar? E o que você sente quando pensa nisso hoje?
Comenta aqui. Quero ler a sua história.
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